segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Girafa que comia estrelas

No âmbito do Programa Nacional do Ensino do Português, a nossa professora trouxe o livro "A Girafa que comia estrelas" de José Eduardo Agualusa para explorarmos a capa, a contracapa e a lombada.

ACTIVIDADES DE PRÉ - LEITURA

Apresentou-nos o diapositivo com o título da história e, a partir dele, pediu-nos para fazermos a ilustração da capa.
Apareceram ilustrações interessantes como a seguir se pode verificar.
Terminada esta tarefa visualizámos o diapositivo da capa do livro e identificámos todos os elementos nela contidos: título, autor, ilustrador e editora.

De seguida fizemos a descrição oral da capa e preenchemos uma ficha de trabalho.
Prosseguimos com a apresentação, em diapositivo, da contracapa do livro.
A nossa professora chamou a nossa atenção para a sínopse, sua importância e influência aquando da aquisição de qualquer livro.
Agora foi a vez da lombada. Identificámos a informação aí existente: título, nome do autor, do ilustrador e símbolo da editora. Chegámos à conclusão de que é muito importante, para procurarmos qualquer livro, que esta informação esteja na lombada.
Por fim e, partindo do título, imaginámos a história que faria parte daquele livro.
A seguir apresentamos algumas das nossas ideias.

Adorámos desempenhar o papel de "autores" da história e de "ilustradores" da capa do livro!
A turma do 3.º e 4.º anos

O Magusto

No dia de S. Martinho, realizou-se o magusto do nosso Agrupamento, no local nobre da cidade de Bragança – O centro histórico.
Ali chegados, participámos no jogo da “caça ao tesouro”. Tínhamos que passar por vários pontos de controlo e responder a várias perguntas sobre o passado dos vários monumentos que nos circundavam: o castelo, o pelourinho, as várias portas que davam acesso ao
castelo, a “domus municipalis”, a estátua do Duque de Bragança, a igreja de Sta Maria… foi uma óptima lição sobre o passado da cidade.
A meio da manhã pudemos ver em acção o maior assador de castanhas do mundo! É mesmo grande!
Foi um dia muito divertido, só regressámos à nossa escola no fim da tarde.
Nos dias que se seguiram efectuámos alguns trabalhos sobre o magusto, e com castanhas. Apreciem a nossa “mascote”, a Maria Castanha!








Não ficaram giras?

domingo, 22 de novembro de 2009

Manuais, sim ou não?

Embora os novos programas tivessem estado em discussão pública, eles passaram despercebidos à maioria dos docentes e mesmo no presente momento, não poucos haverá que desconhecem a sua implementação para breve.
Estes novos programas surgem da necessidade da actualização dos programas em vigor, que datam de há já cerca de duas décadas.
O fraco desempenho que os alunos portugueses manifestaram em vários estudos realizados, quer a nível nacional, quer internacional, denota algumas deficiências no que diz respeito à aprendizagem da Língua Materna, do que resulta a necessidade premente de substituir esses programas por outros
“susceptíveis de incorporarem não apenas resultados de análise sobre práticas pedagógicas, mas também os avanços metodológicos que a didáctica da língua tem conhecido, bem como a reflexão entretanto produzida em matéria de organização curricular” (Reis C., Programas de Português do Ensino Básico, 2009:3)
Na abordagem ao “corpus textual” faz-se referência à representatividade e qualidade dos textos (escritos e orais) a apresentar aos alunos, dando grande relevância à integridade do texto, à sua diversidade e deverem ser adaptados aos diferentes níveis de competência leitora.
O manual parece, assim, vir deixar de ter o lugar de destaque que assumia no processo ensino/aprendizagem nas nossas escolas, mesmo no ensino do português, passando a ser mais um recurso ao dispor do professor.

Será que eles davam a importância devida ao desenvolvimento de competências nos alunos, principalmente no que se refere à compreensão na leitura e expressão escrita?

Reflicta sobre esta questão e deixe a sua opinião.